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10 Jun 2009 | Visualizações: 3381 | Comentários: 21
A gula dos bem remunerados e a indiferença aos direitos dos SERVIDORES DO JUDICIÁRIO DOS ESTADOS
ALTERA O
TAMANHO DA LETRA
Todas as vezes em que os servidores públicos, lotados nos Tribunais de Justiça dos Estados fazem movimento reivindicatório e se organizam para pleitear seus legítimos direitos, alguns órgãos de imprensa aparecem com seus freios para jogar a opinião pública contra esses trabalhadores pessimamente assalariados.

O jornal “O Estado de S. Paulo" deu publicidade ao que foi noticiado em outros órgãos de imprensa do País, nos dias 8 e 9 de junho sobre o “Judiciário quadruplica despesas com pessoal desde FHC” e que “Juízes Federais do RS vão ao STF pedir reajuste anual” (ver abaixo).

Afirma a Agência Estado que uma sucessão de efeitos cascata, reajustes retroativos e reestruturações de carreira quadruplicam as despesas com pessoal de janeiro de 1995 a dezembro de 2008.
Esclarece que no período de 8 anos, gestão FHC e nos seis primeiros anos do Governo Lula, os gastos do Judiciário com servidores foi de 295% e coloca os poderes Legislativo e Executivo como gastões econômicos, 187% e 72% respectivamente.

Quem lê estas informações do Judiciário Federal se volta contra os trabalhadores do Judiciário Estadual. Mas, a realidade é outra.

Os benefícios da Justiça Federal são totalmente diferenciados dos servidores do Judiciário Estadual. Em 2004, fomos empurrados a uma greve de 91 dias por omissão do Tribunal de Justiça em pagar dívidas funcionais aos seus servidores, sob o pretexto de falta de verba.

Nestes cinco anos, o Tribunal construiu um belíssimo edifício no centro de São Paulo, onde os desembargadores atuam com seus assessores e assistentes. O prédio da Avenida Paulista, onde outros desembargadores trabalham, será fechado e seus habitantes irão para o ex hotel Hilton, que está sendo totalmente reformado (tiraram todas as banheiras).
A frota de carros do TJ também foi totalmente substituída por carros novos.

O TJ apresentou a peça orçamentária para as necessidades desse poder, por volta de R$ 8 bilhões, sendo que com R$ 6 bilhões, pagar-se-ia a folha de pagamentos dos servidores e da magistratura.

O Poder Executivo liberou pouco mais que quatro bilhões, além de verbas suplementares, conforme publicação do DOE, porém, não se sabe onde foi aplicada.

A defasagem dos servidores é de 14,69% (apurada pelo DIEESE), e a dos Oficiais de Justiça é ainda maior, dado o excesso de serviços que a reformas do Poder Judiciário trouxe.

A defasagem de servidores no quadro do TJ de São Paulo é de 15.000, sendo 4.000 Oficiais de Justiça. Hoje, 5.000 Oficiais de Justiça trabalham por 9.000, muitos obrigados a trabalhar com três juízes.

Dá para acreditar em certos veículos de comunicação? Dá para acreditar nas autoridades?

Yvone Barreiros Moreira
Presidente da Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo (AOJESP)

Matéria publicada pelo Estadão no dia 08 de Junho de 2009:

Judiciário quadruplica despesas com pessoal desde o governo FHC

Juízes e funcionários foram beneficiados por efeitos cascata, reajustes retroativos e planos de carreira

Por Daniel Bramatti

Uma sucessão de efeitos cascata, reajustes retroativos e reestruturações de carreiras fez com que o Poder Judiciário federal quadruplicasse suas despesas com pessoal de janeiro de 1995 a dezembro de 2008.
No período, que compreende os oito anos da gestão Fernando Henrique Cardoso e os seis primeiros anos do governo Luiz Inácio Lula da Silva, os gastos do Judiciário com servidores subiram, em termos reais (valores corrigidos pela inflação), nada menos que 295%. O Executivo, nos mesmos 14 anos, elevou suas despesas em 72% e o Legislativo, em 187%.
Também houve aumento no número de servidores - ativos e inativos, além de pensionistas: 17% no Executivo, 204% no Legislativo e 79% no Judiciário.
O descompasso entre o avanço dos gastos nas três esferas tem várias causas, mas uma raiz comum: a autonomia financeira dos Poderes, uma garantia prevista na Constituição. Em termos práticos, isso significa que o Executivo, responsável final pelo equilíbrio das contas da União, não tem nenhum controle sobre eventuais ampliações de despesas no Legislativo e no Judiciário - mesmo em tempos de crise.
No governo FHC, por exemplo, enquanto o Executivo limitou a realização de concursos e a concessão de reajustes - como parte do aperto fiscal feito na época -, Judiciário e Legislativo promoveram forte ampliação do número de funcionários (veja quadro) e ainda elevaram o gasto per capita em 50% e 13%, respectivamente.
Ao longo do tempo, isso fez com que as despesas do Judiciário com servidores subissem de 6,8% do total da União, em 1995, para 15,3% em 2008. A participação do Legislativo no bolo dos gastos passou de 3,2% para 4,1%, e a do Executivo, de 83,2% para 76,3%.

CAUSAS
"Os números indicam distorções e um certo descontrole", disse ao Estado o advogado Sérgio Renault, que no primeiro mandato de Lula ocupou a Secretaria da Reforma do Judiciário, vinculada ao Ministério da Justiça. "O Conselho Nacional de Justiça tem condições e competência legal para controlar esse tipo de coisa. O que precisa é ter vontade de fazer isso."
Responsável pela fiscalização do Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), porém, não vê o aumento de gastos como efeito de descompromisso com o equilíbrio das contas públicas. "Não há uma causa única'', disse o desembargador Mairan Maia, presidente da Comissão de Estatística e Gestão Estratégica do CNJ. "Houve um grande aumento na estrutura da Justiça, que tem buscado a interiorização", destacou.
Maia citou como exemplo o número de varas na 3ª Região da Justiça Federal - São Paulo e Mato Grosso do Sul -, que aumentou de 64 em 1994 para 142 em 2009. Ele reconheceu, no entanto, que o crescimento no número de juízes e funcionários é insuficiente para explicar o fenômeno da quadruplicação dos gastos em 14 anos. "Também houve a implementação de planos de cargos e salários, que elevaram a remuneração média dos servidores."
Presidente interino da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Flávio Pascarelli também citou a criação de novas varas de Justiça no interior do País como uma das causas da ampliação dos gastos. Pascarelli destacou ainda que os servidores do Judiciário são qualificados e, portanto, "caros".
De fato, o gasto anual médio por servidor chega a R$ 190,3 mil no Judiciário, 238% a mais do que no Executivo, onde é de R$ 56,2 mil. Já o Legislativo gasta R$ 167,9 mil por funcionário - estão incluídos no cálculo salários, aposentadorias e pensões, além de contribuições previdenciárias.

GESTÃO
"O Judiciário tem servidores bem remunerados", afirmou Fernando Mattos, presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe). Ele observou que, desde 1995, os funcionários foram beneficiados pela aprovação de três planos de cargos e salários - todos elevaram os vencimentos da categoria. "Eram carreiras que ganhavam muito pouco", disse. Para Mattos, porém, os planos não resolveram os problemas da área. "Ainda há distorções, como servidores que ganham muito mais do que juízes."
Ex-juiz, o deputado Flávio Dino (PC do B-MA) afirmou que "é evidente" a existência de "problemas de gestão" no Judiciário, que explicariam em parte o avanço desproporcional da folha de pessoal. Mas ele também insiste que foi necessário promover "um crescimento enorme de juízes e funcionários" para fazer com que a Justiça chegasse a regiões desatendidas. "Em 1994, quando ingressei na magistratura, havia duas ou três varas no interior do País, hoje são centenas."

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E POR QUE NÃO PÁRA TUDO! DE VERDADE . GREVE NACIONAL. TODOS OS TJS DO BRASIL PARALISADO. QUERO VER. A JUSTIÇA DE VERDADE SOMOS NÕS . VAMOS PARAR TUDO. DIA NACIONAL UMA M.... É PARAR MESMO. LEMBRO DE UMA GREVE NA JUSTIÇA FEDERAL EM QUE OS SERVIDORES DEITARAM NO CHÃO DO TRF.E PRECISO UM NOVO LAYOUT PARA O JUDICIARIO, INCLUSIVE EM NOSSOS SALARIOS

| 2 Mar 2010 - 20:54 | 188 Days 9 Hours ago

Sou Analista Judiciário estadual e infelizmente não tenho muitas expectativas de um salário melhor por um bom tempo. Aqui no meu Estado, MT, teremos até Julho/2010 nossos subsídios reajustados em 33,33%. Pasmém, mesmo com esse reajuste nossos salários não chegarão à metade do que percebe hoje um analista federal. Vale ressaltar que esse reajuste nada mais é do que uma contraprestação pelo aumento da jornada de trabalho determinado pelo CNJ, portanto não se trata de um verdadeiro aumento, uma vez que trabalharemos mais por isso... Outra coisa é que não vejo atitude nenhuma de nosso sindicato, que fica se vangloriando do reajuste salarial que recebemos como se fosse algo incrível. Quanto a reivindicar melhores salários, o sindicato de MT (SINJUSMAT) nada faz, aliás, sequer ouvimos falar aqui na PEC 190, uma pena que essa realidade se prolifera em muitos Estados brasileiros, em que sindicatos tentam apenas ludibriar os servidores com mesquinharias. Pelas notícias que leio na internet poucos são os sindicatos lutando por um salário ao menos próximo do Judiciário Federal e espero que nossos colegas que se preocupam com a carreira consigam vencer essa longa batalha.

Marcio | 3 Fev 2010 - 18:46 | 215 Days 12 Hours ago

O corregedor do nosso estado, Des. João Rebouças, TJRN, fez uma comparação e que segundo ele apresentou ao Ministro Gilmar Mendes, e disse o seguinte: Que para instalar uma Vara na Justiça Federal seria necessário a bagatela de R$186.000,00 para cada mes, já no judiciario estadual o valor para se colocar em funcionamento uma Vara é de apenas R$ 17.600,00, e, é logico que trabalhamos muito mais que nossos primos ricos.

| 12 Jan 2010 - 01:11 | 238 Days 5 Hours ago

"Quem tem medo de lutar não merece viver, pois a VIDA é de constantes lutas - sejamos então lutadores, e a vitória por certo há de ser alcançada...Pensemos; pq não podemos militar como advogado é só por conta da incompatibilidade de função? Se fosse por isso, não haveria PROCURADOR DA REPÚBLICA com DIREITO ADQUIRIDO em relação a CARTA DA REPÚBLICA ANTERIOR QUANDO A NOVA CARTA PROÍBE EXPRESSAMENTE! EXISTE DIVERGÊNCIA?- SIM , MAS NÃO EXISTE FORÇA POLÍTICA PARA FAZER PARAR AS ABERRAÇÕES INCONSTITUCIONAIS!PASMEM!O CONTROLE, A RAZÃO, A LÓGICA, O PODER não pode ser NUNCA de uma minoria que se DIZ - FISCAL DA LEI, é necessário que se FAÇA CUMPRIR A LEI - posto que, QUEM DE FATO MANDA É O POVO - É A LEI - PAREMOS DE BALELA, E SE QUISERMOS CHEGAR A ALGUM LUGAR FIQUEM COM OS OLHOS BEM ABERTOS E ABRAM A BOCA - PQ QUEM NÃO MOSTRA O ERRADO, É PQ CONCORDA COM ELE, E QUEM NÃO TEM CORAGEM DE LUTAR PELOS SEUS DIREITOS, É UM COVARDE, e um covarde não merece VIVER! Se tentarem fazer jogo de cena p inglês ver, mostremos o cenário ao Brasil, E DEIXEM O povo julgar! PENSEMOS TB NA HIPÓTESE: SE NÃO TEMOS DIREITO A ISONOMIA, é PORQUE NÃO SOMOS IGUAIS E SE NÃO SOMOS IGUAIS - TEMOS Q TER DIFERENÇAS QUE NOS PERMITAM POR EXEMPLO - militar em favor das justas causas e dos que necessitam dela...É importante refletir! Quanto ao valores dos vencimentos, as distorções são públicas e notórias, cabe a nós usarmos as armas dos HOMENS JUSTOS E CORRETOS - AFINAL TRABALHAMOS PARA O PODER JUDICIÁRIO - E JUSTIÇA, COMEÇA EM CASA!" - Graça Passos/PE -

Estas palavras não são minhas, mas as subscrevo.
Bem colocadas e apropriadas para o momento em questão.

"precisamos fazer uma greve nacional e mostrar a realidade e a utilidade do servidores do judiciário estadual para o país.

Somente um movimento paredista nacional de alguns meses é que poderá fazer que venham distinguir com mais seriedade a diferença entre juízes federais e servidores da justiça estadual!!" - Renan Carvalho -

Esse seria o grande "terremoto" que balançaria de vez a estrutura do Executivo, Legislativo e Judiciário! Se quisermos saber o tamanho da nossa força, paremos nacionalmente, todos os Tribunais Estaduais. Daí todos nós veríamos na realidade quem é que trabalha de verdade.

| 14 Dez 2009 - 17:43 | 266 Days 13 Hours ago

SOU OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADORA, DISCORCO COM MARIANE EM RELAÇAO AOS COMENTARIOS SOBRE OS OFICIAIS, MAS CONCORDO QUE OS ESCREVENTES DEVERIAM GANHAR SALARIOS MELORES POIS REALMENTE E UMA CAREGORIA QUE TRABALHA MUITO E GANHA UM TERÇO QUASE DKO SALARIO DOS OFICIAIS,POR ESTAR NA JUSTIÇA VAMOS FAZER JUSTIÇA POIS TEMOS QUE PENSAR NOS COLEGAS E A COLOCAÇAO DE MARIANE EM RELAÇAO AOS ESCREVENTES E A PURA VERDADE.

JULLIANA | 30 Nov 2009 - 01:56 | 281 Day 5 Hours ago

Realmente a colega Mariane equivocou-se em seus dizeres, os quais respeito, porém, discordo. Sou Oficial de Justiça Avaliador em Alfenas/MG, e como bem disse o colega Carlos, nós literalmente pagamos para trabalhar em certas diligências, sem contar os inúmeros riscos que corremos diariamente no cumprimento da nossa profissão. Vários colegas são assassinados e sequer temos o adicional de periculosidade. Enquanto muitos já cumpriram sua jornada de trabalho e estão em suas casas, lá estamos nós, trabalhando aos sábados, domingos, feriados, na chuva, no sol e acima de tudo na incerteza de voltarmos ilesos para casa. Todos somos importantes, pois somos órgãos distintos compondo um só organismo!!! Por último, gostaria apenas de esclarecer que nós, Oficiais de Justiça deste país, estamos longe de sermos ociosos. Um grande abraço a todos.

| 19 Nov 2009 - 09:21 | 291 Day 21 Hour ago

Palachada, para o CNJ só exite a justiça Federal. O judiciário estadual esta esquecido. Aprovaram um aumento absurdo para os servidores da justiça federal e para a justiça estadual não tem aumneto algum.

| 27 Out 2009 - 19:12 | 314 Days 11 Hours ago

Discordo da colega Mariane, diga-se de passagem muito mal informada, pois sou Oficial de Justiça Avaliador numa cidade do interior da Bahia, e aqui os Oficiais trabalham, extrapolam diariamente sua carga horária de serviço, entrando muitas veses pela noite ou fazendo deslocamentos com até 200Km de distância, usando veículo próprio, colocando a vida em risco, para dar conta dos mandados a nós confiados. Não desmerecendo os escreventes, pois acho que realmente trabalham muito, mas é fácio falar quando se fica dentro de um cartório com horário certo de chegada e saida, e não tem minima idéia das dificudades enfrentadas pelos Oficiais de Justiça no cumprimento do seu trabalho.

| 26 Out 2009 - 22:51 | 315 Days 8 Hours ago

Senhores o salario do Judiciario Estadual, é muito mal para o Escrevente de Cartorio,pois muitos sabem que essa categoria e tachada de ESCRAVENTE, carrega ,praticamente o cartorio nas costas , trabalham demais e não tem um salario como os demais.Deem mais atençao aos escreventes pois sao os que mais trabalham dentro de um forum ,enao ficam sentados ou dentro de casa como os Oficiais de Justiça do interior.

Mariane | 18 Out 2009 - 16:46 | 323 Days 14 Hours ago

Caros Colegas

Eu procuro há muitos meses, tentar demonstrar que através de uma representação (contratando advogado especializado) ou confederação (união de associações/ ou sindicatos) é possível, junto ao STF, obrigar Governo, na pessoa do Chefe do Executivo, Tribunal e Assembléia, cumprirem seus papéis e pressionarem o Congresso a fim de efetivar tanto o Estatuto único dos Servidores do Judiciário (que tramita na Assembléia Legislativa) como também Plano de Cargos e Salários, etc...; Quanto ao pagamento da data base, mesmo que parcelado. Existem vários exemplos (Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná). No site do STF existe até pedido dos magistrados paulistas que querem a revisão de seus subsídios. Nesse sentido, no Congresso Nacional existe também um projeto sendo aprovado para obrigar os Chefes de Executivo a encaminharem legislação pertinente no prazo de 30 dias, nos casos de omissão. Uma confederação das associações exclusivamente para propor uma ADIN por omissão tem legitimidade é uma opção válida.

Um Abraço

Tadeo/Jacupiranga/SP
Email: mtadeo2008@hotmail.com

| 16 Out 2009 - 11:06 | 325 Days 19 Hours ago

Nós serventuários do Poder Judiciário Estadual, devemos unir,pois andorinha sozinha, não faz verão, não é possível, tamanha diferença salarial, entre os da justiça federal. A Pec 190 é a mola propulsora, para que realmente seja feita a verdadeira justiça, na justiça Estadual.

| 9 Set 2009 - 20:58 | 362 Days 9 Hours ago

concordo mobilização nacional... ´ta na hora fenajud de criar o dia da pec 190 com paralisação de 24 hs de advertencia. Fenajud vamos lutar mais mostrar a cara

Saulo | 28 Jul 2009 - 14:12 | 405 Days 15 Hours ago

É importante que a FENAJUD não deixe servidores do TJ de um estado entrar em greve sozinhos. É necessário que haja uma mobilização nacional de todos os servidores de todos os TJ do país para que a nossa luta ganhe força.

| 27 Jul 2009 - 08:00 | 406 Days 22 Hours ago

"De fato, o gasto anual médio por servidor chega a R$ 190,3 mil no Judiciário".

R$190 MIL/13 SALÁRIOS ANUAIS= salário médio deR$14.615,00 POR MÊS!

Então é por isso que já há algum tempo venho recebendo apenas a REVISÃO CONSTITUCIONAL ANUAL e NÃO TENHO PLANO DE CARREIRA!!!!

Esse jornalista e essa empresa que fez essa conta ABSURDA imaginam que eu ganho R$14 mil reais mensais????

EU QUERO OS MEUS OUTROS R$12 MIL REAIS POR MÊS, ESTÃO SE APROPRIANDO INDEVIDAMENTE DE R$12 MIL MEUS TODO O MÊS!!!!!!

Henrique Gomes | 17 Jul 2009 - 17:20 | 416 Days 12 Hours ago

Nós Servidores de carreira dos Estados, com as diferentes nomenclaturas de cargos, como Oficial Escrevente ou Técnico Judicário, Escrivão ou Gestor JUdiciário, Agente de Serviço ou Auxiliar Judiciário, todos não recebemos líquidos mais que 1.800, reais. Agora é claro que têm Servidores ocupando cargos de confiança, comissionado, etc., que nem concurso tem e ganham bem ou razoavelmente bem, mas é uma pequena minoria que trabalha auxiliando os juízes ou nos gabinetes. Agora diga de passagem, há cargos nos TJs dos Estdos que são cargos "ESPECIAIS" e reservdos e estes ganham bem demais. Mas nunca servidores como eu ou você vai ocupar estes cargos. Por isso, peço aos meios de comunicação que quando forem colocar alguma matéria desta natureza na mídia, primeiro façam um levatamento e depois publique a matéria bem mais próxima da verdade.

Pedro | 5 Jul 2009 - 17:11 | 428 Days 12 Hours ago

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