SINDJUSTIÇA-GO repudia ameaças sofridas por servidores da Corregedoria designados para correição em Rio Quente
O SINDJUSTIÇA vem publicamente repudiar fato ocorrido no dia 2 de setembro (segunda-feira), no Distrito Judiciário de Rio Quente, Comarca de Caldas Novas. Naquela ocasião, seis servidores efetivos do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, lotados no Departamento de Correição e Serviços de Apoio da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Goiás, tiveram a honra atingida em face de ameaças proferidas por Willy Borges Amorim, titular da Serventia Extrajudicial daquele Distrito Judiciário.

Foram designados pelo Corregedor Geral, desembargador Walter Carlos Lemes, para correição na referida serventia, naquela data, os servidores e assessores correicionais Oseas Machado dos Reis, Luciana Pinho Chaves, Solange Maria Pereira Avelino, Natal Vieira Júnior, Marina Vieira Guimarães de Souza e Ronaldo Taveira Loyola. A missão da equipe era verificar a regularidade na cobrança de emolumentos e taxa judiciária para a lavratura de atos de sua competência.

Conforme consta no relatório nº 214/2017, do Departamento de Correição e Serviços de Apoio, o grupo de assessores foi recebido pelo titular da serventia com “ironia”, passando, a partir daí, a apresentar comportamento resistente ao trabalho dos servidores. A equipe informou ao titular que estava ali por força de portaria da Corregedoria, o que poderia ser facilmente confirmado por ele. Willy então impediu o início dos trabalhos dos servidores.

Policiais estiveram na unidade judiciária, momento em que o cartorário passou a ameaçar tanto os militares quanto os assessores da Corregedoria. O assessor Oseas relatou, ao SINDJUSTIÇA, que Willy Borges Amorim dirigiu-se a ele dizendo que o fato “não ficaria assim” e que, ao ser encaminhado à delegacia, disse que “quando saísse dali iriam acertar as contas.”

O fato ocorrido em Rio Quente traduz-se em verdadeira afronta ao Poder Judiciário e contra servidores e servidoras que cumprem o dever constitucional imposto a eles pelo exercício da função pública. Feriu-se, naquela ocasião, a dignidade de cada um dos servidores designados pela Corregedoria para aquela tarefa.

O SINDJUSTIÇA, ao repudiar tal ocorrência, solidariza-se com cada um e cada uma dos assessores que vivenciaram tão absurda experiência. O sindicato também espera que haja, por parte da Corregedoria Geral da Justiça de Goiás, o empenho de suas equipes no sentido de defender os interesses daqueles que tiveram sua integridade ameaçada.

Rosângela Ramos de Alencar
Presidente do SINDJUSTIÇAFonte: Assessoria de Comunicação do SINDJUSTIÇA | Ampli Comunicação
 
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